Em um estudo, com cerca de 1.300 profissionais com alta qualificação, a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, apurou que 70% deles gostaria de continuar trabalhando em casa.

 

Apenas 19% afirmou que não gostaria de permanecer no home office e 11% disse ser indiferente.

 

A economia do tempo de deslocamento ao escritório e o ganho de qualidade de vida são influências fortes para a preferência pelo trabalho remoto. Podemos somar a insegurança em relação à própria saúde e o crescente desemprego que ajudam a aumentar a satisfação de quem pode ficar em casa.

 

Para as empresas, o home office é uma excelente alternativa: além da redução de custos, como aluguel e energia, o home office apresenta um aumento de até 13% na produtividade. Bem-vindos ao “novo normal”.